segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Três Vezes Amor (2008): Crítica

Will (Ryan Reynolds) vive um momento difícil na vida, tanto no trabalho quanto em casa: está se separando de sua esposa com quem conviveu por uma década, e inclusive teve uma filha, com 10 anos na trama. A filha a propósito, não parece feliz com a situação e após fazer muitas perguntas ao seu pai, ele decide então, contar para ela a história de sua vida, mas mudando os nomes reais das pessoas para que ela não saiba quem é sua mãe na história. Desde sua mudança de Wiscosin para Nova York quando queria se arrumar na carreira política, e passando por três grandes casos amorosos.

A história conta com várias reviravoltas, de personagens sumindo e reaparecendo, o que garante um certo suspense no mistério que propõe, além de garantir um certo charme e química entre Will e todas suas namoradas, criando incógnitas no público. As análises de sua vida fazem o próprio personagem ver sua vida de um ponto de vista novo, enquanto relembra detalhes que deram rumos importantes a sua vida. Nem tudo na narração parece realista, mas a história, embora não inove, empolga e aguça os melhores sentimentos em quem assiste, além de contar com uma Isla Fisher num papel muito cativante e amável.

Nota: 9.4

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