segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Sexo, Drogas e Jingle Bells (2015): Crítica

É, a sua maneira, um filme natalino, onde acompanha o último ano da tradição de vários natais, entre três amigos, que sempre saem para beber na véspera da data. No trio, Anthony Mackie faz o jogador sub-celebridade que quer se firmar no meio esportivo. Seth Rogen é futuro pai e Joseph Gordon-Levitt, o que pareço menos maduro e firmado na vida, além de ter um relacionamento mal resolvido.

Há várias situações cômicas aqui, explorando o grupo como um todo e individualmente. Há um bom senso de tradição, com as lembranças de quando se conheceram e o senso de fim, com o destino de cada um tomando seu rumo. Há também as brigas e catástrofes experimentadas na celebração, que ajudam cada um a vencer alguma dificuldade pessoal. Nada muito inovador, nem grandioso (nem mesmo a tal festa do Quebra-Nozes tão anunciada) mas diverte com bons atores em situações divertidas.

Nota: 6.5

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