segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Dias Incríveis (2003): Crítica

Um trio de amigos, todos tristes com a vida de adulto (amorosa e profissionalmente), se unem para criar uma fraternidade não-oficial formada por moradores da região e alunos do campus. A sede fica na casa de Mitch Martin, espécie de líder do grupo, recém separado após pegar a mulher em flagrante o traindo.

Bom, a ideia de uma grande fraternidade defendida no filme, não se sustenta. Apenas uma festa é mostrada, e o resto das ações realizadas pelo grupo, longe de serem grande coisa. Há ainda uma certa frieza no trio de amigos. A maior parte do tempo do filme se dedica a um conflito com o reitor da universidade, que quer expulsá-los da casa. Ainda assim há bons momentos engraçados, e o tom de grandiosidade/nostalgia, mesmo que não tão forte, contribui.

Nota: 6.7

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